Enquanto a vida passa depressa, as vezes paro e relembro histórias do meu passado, coisas que gostaria de ter feito e outras tantas que se fosse possível não teria vivenciado e, no fim de tais reflexões acabo encontrando a seguinte conclusão... Não me arrependo de nada do que fiz, mesmo as coisas que não tive sabedoria à escolher, toda a intensidade dos fatos que presenciei são fatores que me causaram singela impressão e, marcaram toda a minha vida (seja no quesito dor ou alegria).
Não tenho ressentimentos (não quero ter fortes dores de cabeça), como diria um amigo que não pude conhecer, saudoso Raul Seixas: Vida alguma coisa acontece, morte alguma coisa pode acontecer...
Deixo acontecer... Não quero ser o dono da verdade, nem mesmo quero estar sempre com as rédeas das situações que se apresentam a mim.
Observo as pessoas com uma curiosidade clinica e, aprendo a dançar a melodia que a vida apresenta com elas e, é claro que quando possível, acho que muitos também aprendem comigo (para o bem ou para o mal).
Vou ficando por aqui, mas, sem deixar um lembrete: Viva e deixe viver!
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